Chegava a casa ao final do dia e o seu coração pertencia ao homem, que mesmo sem o merecer, era o homem da sua vida.
15 junho, 2011
Ainda...
Chegava a casa ao final do dia e o seu coração pertencia ao homem, que mesmo sem o merecer, era o homem da sua vida.
22 abril, 2011
Recordo-me...
Foi há 2 anos, e eu lembro-me de cada palavra, cada gesto, cada batimento mais forte do teu coração, cada momento que passei não estando tu ao meu lado, mas ainda presente na minha vida, como se fosse hoje...Eu lembro-me, não por amar quem fomos, mas por terem sido os melhores dias da minha vida.
E todos eles, todos... eu lembro-me como se fosse hoje.
05 janeiro, 2011
Volta...

Não sei o que é amar, mas sei o que é amá-lo...
Saber, porque se sentiu, porque se sente.
Só se entrega corpo e alma, juntos, uma só vez; e eu escolhi-o desde o primeiro dia.
E quando se ama não se sabe não amar, não pensar, não desejar. Pelo menos eu não...
Esteja onde ele estiver, com quem esteja, o que pense, o que queira; isto é incondicional.
Eu disse-lhe 'tiveste uma mulher para a vida', mas talvez ele não saiba que ainda tem. E talvez não o saiba porque já não se importa.
Os dias passam, os tempos mudam e os sentimentos também para quem não amou.
Os meus dias, com diferentes pessoas, passam, mas os tempos nunca mudam, porque contigo cada dia era diferente; cada dia preencheu os melhores dias da minha vida.
E como se descreve o desespero e este tipo de saudade?
Querer-te e ainda viver-te tendo a dúvida se nalgum momento, algum dia, destes que passaram, pensaste em mim e te sentiste feliz, e desejado, como te sentias comigo.
Amo-te, volta, amo-te... amo-te... amo-te... volta.
29 dezembro, 2010
(eram) todos os dias...
Eu penso e continuo a pensar, porque não sei não pensar.Não sei não viver-te; não sei o que é um dia sem ti.
E já não sei o que é olhar e perder-me em alguém, sentir cada palavra com o coração e arrepios que percorrem todo o meu corpo.
Eu já não sei, porque quando estavas aqui, todos os dias, eram os melhores dias da minha vida.
Todos os dias.
19 novembro, 2010
A minha vida sem nós...
E diariamente vivo a minha vida sem mim.O meu coração continua contigo, o meu corpo no teu, os meus pensamentos cheios de ti...
Todos os dias, com dor, relembro-me do meu sorriso, do brilho dos meus olhos, dos meus lábios molhados com o teu sabor, do dia pintado de cor e da noite pintada de amor.
A minha vida sem mim... e sem ti.
07 novembro, 2010
Ainda te amo...
E como eu te amava.. e como eu te amava!Dois anos se passaram, lento o tempo e sem loucuras, tardes tediosas, noites vazias, manhãs sem magia.
Ainda nos vejo por cada jardim que passo, por cada banco em que quase me sento. Ainda nos vejo por todo o lado. Triste, tento não olhar, tento não recordar, mas perco-me em ti, como desde o primeiro dia.
Ainda te respiro, o meu coração ainda aperta quando oiço ou vejo o teu nome escrito algures. Nada tinha sido destinado, quando antes te dizia que eras a minha realidade. Bom demais para ser um sonho, quando hoje, ainda, sinto que não acordei e desejo que me tirem deste pesadelo; desejo por desespero.
Foste-te embora depois de eu ser inteiramente tua. Mal respiro, mal vivo... sobrevivo. Não nasci para ti, nem tão pouco para depender de ti. Mas como hei-de explicar ao meu coração que foste o homem da minha vida? Que um amor assim é só uma vez na vida? Como tu bem me dizias... e mal viveste.
E como ainda te amo...
28 outubro, 2010
Chove, e eles dançam...

"Olha amor, está a chover!"
Ele era alto, bastante alto.. mais do que o normal até, com um corpo bem delineado devido ao desporto que praticava.
Ela era (a sua) pequenina, não conseguindo chegar aos seus ombros, mas bonita, despertando os olhares por quem passava.
Passeavam na rua, pelos jardins, de mão dada, e quando ele lhe colocava o braço por cima dos ombros dela e a chegava para ele, ambos riam-se. Era uma boa diferença de altura; mas isso não a impedia de o beijar sempre que queria. Ia a correr, puxando-o pela mão, subia os bancos do jardim, agarrava-o e apaixonadamente beijavam-se.
"Adoro quando fazes isso. Ficas tão linda..." - dizia-lhe ele.
Ambos espontâneos, faziam o que bem lhes apetecia onde e quando quisessem. Era um amor cheio de vontade de se sentir entre os dois, e uma paixão que explodia da própria paixão a cada instante.
Já de noite, corriam pelo jardim; ele fazia-lhe cócegas porque gostava sempre de a ver rir; ela tentava sempre subir para as suas costas, mas em vão se ele não se baixasse ligeiramente; fingiam-se de chateados só para que o outro se aproximasse; e faziam sempre questão, apenas porque o sentiam e queriam, de dizer o quanto se amavam e o quanto gostavam de parecer (e serem) como duas crianças apaixonadas.
Começou a chover e ela escondeu-se debaixo da camisola dele, mordendo-lhe a barriga e fazendo cócegas com os lábios. Ele destapou-a, agarrou-lhe pelas mãos...
"O que é que estás a fazer? - perguntou-lhe ela.
"Vamos dançar..."
Dançando lentamente, como nos filmes, de olhos fechados, sentindo a chuva percorrendo as suas faces, descendo pelo corpo, ele disse-lhe ao ouvido:
"Amo-te tanto... imagino-nos assim, no mesmo sítio, a chover, daqui a 10 anos, mas tu com o meu apelido."
E foi a última vez que dançaram à chuva...