15 novembro, 2009
Quando tudo parecia perfeito..
31 agosto, 2009
Até já
Ainda me lembro daquelas paredes que construí. Conseguiste derrubá-las e elas nem tentaram ficar de pé. Encontrei um modo de te deixar entrar... E sabes? Foi mais fácil do que alguma vez pensei.Todas as regras que tinha, quebraste-as. Nem tentei parar-te... foi um risco que corri.
Para onde quer que vá, para onde quer que olhe, sinto a tua presença. Sinto-me rodeada pela tua graça, pela tua luz. Foste tu quem me encheu de sentimentos. Sabes que és quem me mantém viva. És tudo o que eu quero, tudo o que eu preciso. Espero que não faças isso desaparecer. Espero que voltes, porque apesar de tudo ficaste marcado em mim, como mais ninguém conseguiu ficar.
Até já*
17 agosto, 2009
Sinto (a tua) falta...
E eu? Eu sinto falta da paixão intensa que parece durar para sempre. Sinto falta do encaixe do meu corpo no teu, da minha mão na tua, dos teus lábios nos meus. Os teus beijos no meu pescoço que me fazem rir com cócegas e nos meus ombros que me fazem sentir especial. Aquelas tuas palavras no momento certo que me fazem sorrir e os teus olhos em mim, como sendo eu Tua, e só Tua. A tua forma de estar e lidar com o que te rodeia, tornava tudo muito mais simples à minha volta também. Sentia-me protegida nos teus braços. E aqueles momentos em que me puxavas para ti e me dizias 'gosto tanto, mas tanto de ti...', 'ou com um sorriso nos lábios 'és tao bonita.. estás cada vez mais bonita..'. Eu sei que é paixão, e sei também que poderia ser o início de um grande amor. Quem me dera que assim pudesse ser. Quem me dera não ficar sem ti. E quem me dera amar-te até ao fim.
07 agosto, 2009
Talvez por gostar tanto de ti...

11 julho, 2009
Quebrou o momento

Eram nove horas. O sol ainda se punha, cruzando o mar bem longe numa mistura de laranjas e azul. Um dos acontecimentos que a faz sentir-se com sorte por poder presenciar. Observava no cimo de uma rocha, bem alta desde o mar, com o seu vestido branco. Era um momento de reflexão... Talvez de evocação de lembranças. Passaram-lhe várias imagens pelo pensamento: momentos que viveu e que ainda perduram. Caiu-lhe uma lágrima. Sentia-se apenas acompanhada pela brisa que de vez em quando passava agitando os seus cabelos e o seu vestido que contrastava com a pele, agora, morena. Gostava de poder voltar a viver de novo o que viveu, sentir o que sentiu, dar o que deu, receber o que recebeu, amar como amou.
Por momentos achou tudo isso possível, mas... o vento deixou-a sozinha. E quebrando o momento, tirou o seu vestido e com um sorriso maroto, aventurou-se pelo céu em direcção ao mar, saboreando o momento da queda, apenas consigo mesma e com o vento que decidiu voltar para a acompanhar no seu novo percurso. Mergulhou no mar, como quem já treinava aquele salto. Sentiu a água agradavelmente fria no seu corpo nu. Debaixo de água, como se existisse uma câmara de filmar atrás de si observando-a, olha para trás e sorri...
Hoje decidiu não temer o futuro.
07 julho, 2009
Meu

05 julho, 2009
O primeiro «Amo-te»

Era meio dia. Ela sabia que ele gostava de dormir até tarde, mas tinha a certeza de que gostaria mais ainda de a ver.
Bastante ajeitada, saiu do elevador, no piso acima do seu, e percorreu o corredor até ao 519. Pelo caminho passava com os dedos por entre os seus cabelos loiros e tentava imaginar como seria o seu encontro com ele.
Antes de bater à porta, inspirou fundo. Era agora... Sentia-se nervosa e ao mesmo tempo ansiosa... tinha passado demasiado tempo desde a última vez que o vira.
Bate, e ele ao abrir a porta, olham-se nos olhos e deixam escapar um sorriso que quase lhes rasga a cara. Ela atira-se aos seus braços, e beijam-se com uma enorme saudade. Ela sentiu-lhe o gosto da pasta de dentes, e percebeu que ele já a esperava. Sentiu o cheiro da sua pele: aquele que a confortava a cada momento que se tocavam. Entra no apartamento e, com força, ele toma-a novamente nos braços. Ela sentiu as borboletas na barriga, o arrepio que lhe percorreu o corpo inteiro, o nervosismo à flor da pele, a ansiedade de querer tudo ao mesmo tempo, o desejo e confiança de ser para sempre... Ela estava perdida e unicamente apaixonada por ele...
O tempo passou... O que fizeram será a vossa imaginaçao a decidir. Sairam do apartamento de mãos dadas. Momentos antes tinha-lhe sussurrado ao ouvido um «Amo-te» tão ternurento e sincero, que nunca antes lhe soube tão bem dizê-lo.
