Mostrar mensagens com a etiqueta perdida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta perdida. Mostrar todas as mensagens

14 março, 2009

Amar-te (hoje) em silêncio


Estar sem ti é sentir-me perdida... sentir-me desorientada. Eras como a luz que me iluminava no meu caminho para casa. E por mais fraca que fosse, nada mais a substituía, nada tinha mais valor.

E eu sinto saudades, tantas saudades, do teu olhar que me amava... dos teus braços que me protegiam, da tua voz que me reconfortava... As palavras que me faltavam quando fazia bem, quando fazia mal, quando poderia ter feito algo.. são as palavras que eu precisava.

Mas algo falhou, algo grande que não poderia mais aceitar. Algo que nem tu conseguiste mudar.

E isso atormentava-me, desconfortava-me, dava-me falsas esperanças..

Por isso não me esperes. Não vou voltar. Vou viver sem ti, vou ser forte e amar-te em silêncio...

12 março, 2009

Tão... confuso

Foste no princípio e no fim a minha inspiração
Inspirei-me na dor que me causaste
No desespero que passei
No amor que (afinal) não tive
Em ti que me partiste
Tornou-se tudo tão confuso
Tão prolongadamente doloroso
Tão isto, tão aquilo
Tão tanto, muito, pouco, e nada
Só assim me liberto
Não conheço outro meio
Para além do fechar os olhos e adormecer
Não ter que lutar dia-a-dia para (de ti) me desprender
Sem estes dois meios perco-me em pensamentos
Em recordações, sonhos
Em tudo aquilo que agora é o nada
Vou-te dizer: Quero-te e não te quero !
Não te quero, Amor, que me fazes chorar
Quero-te, Ódio, que me fazes libertar
Disto, daquilo, de tudo e do nada
Volta e não voltes
Deixa-me assim perdida que alguém me há-de salvar...